Aeroportos da América Latina registram mais de 790 milhões de passageiros. Veja os destaques do ranking.

Os principais aeroportos da América Latina e Caribe registraram um movimento impressionante no último ano. Dados preliminares da ACI-LAC apontam que os 10 maiores terminais da região somaram mais de 790 milhões de passageiros, consolidando a recuperação do setor aéreo e indicando forte crescimento da demanda.
O destaque ficou para aeroportos de países como Brasil, México, Colômbia e Panamá, que lideram o ranking regional e reforçam sua importância estratégica na conectividade aérea.
O Brasil segue como um dos principais mercados da aviação na região, impulsionado por sua dimensão territorial e populacional. Grandes aeroportos nacionais continuam registrando alta demanda tanto em voos domésticos quanto internacionais.
A retomada das viagens após períodos de instabilidade global, combinada com o aumento da oferta de voos, tem contribuído para o crescimento consistente do fluxo de passageiros.
Além disso, o país funciona como hub relevante para conexões dentro da América do Sul, o que reforça seu peso no ranking.
O México se destaca como um dos maiores mercados da aviação latino-americana, com aeroportos altamente movimentados e forte integração com os Estados Unidos.
Já o Panamá tem papel estratégico como ponto de conexão internacional, especialmente por sua posição geográfica privilegiada. O país funciona como uma ponte entre América do Norte, América do Sul e Caribe.
Essa característica faz com que seus aeroportos registrem grande volume de passageiros em trânsito, elevando sua posição no ranking.
A Colômbia também aparece como destaque, refletindo a expansão do setor aéreo no país e o aumento da conectividade regional.
O crescimento econômico e o fortalecimento do turismo têm impulsionado a demanda por voos, contribuindo para o avanço dos aeroportos colombianos no cenário latino-americano.
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O avanço no número de passageiros está diretamente ligado a uma combinação de fatores. Entre eles, a retomada do turismo, o aumento de viagens corporativas e a expansão de rotas aéreas.
Além disso, companhias aéreas têm investido na ampliação de frota e na abertura de novos destinos, o que aumenta a capacidade e estimula a demanda.
A melhora gradual do cenário econômico em alguns países da região também contribui para o crescimento do setor.
O aumento do tráfego aéreo tem efeitos diretos na economia. Aeroportos mais movimentados impulsionam setores como turismo, hotelaria, comércio e serviços.
Além disso, a maior conectividade facilita negócios internacionais e atrai investimentos, fortalecendo o papel da região no comércio global.
O crescimento do setor aéreo também gera empregos diretos e indiretos, contribuindo para o desenvolvimento econômico.
A tendência é de continuidade na expansão do tráfego aéreo na América Latina, embora o ritmo possa variar conforme fatores econômicos e geopolíticos.
Investimentos em infraestrutura aeroportuária e modernização de terminais serão fundamentais para sustentar o crescimento.
Ao mesmo tempo, desafios como custos operacionais, regulação e sustentabilidade ambiental seguem no radar do setor.
O desempenho recente mostra que a aviação latino-americana voltou a ganhar força e deve continuar sendo um dos pilares da integração regional nos próximos anos.
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