Compras online estão correndo o risco de ser taxadas.

Você já fez compras online? Alguns ecommerces que são bem famosos no Brasil, como por exemplo a Shopee, Shein e AliExpress, estão correndo o risco de ter compras tributadas a partir do dia 27 de julho.
No entanto, o imposto de 20% começa a valer oficialmente no dia 1º de agosto. Porém algumas plataformas começam a cobrar no final deste mês devido ao tempo decorrido entre a conclusão da compra e a emissão da Declaração de Importação de Remessa (DIR).
No mês passado, a "taxa da blusinha", um imposto de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares, foi aprovada e sancionada.
Até este momento, os compradores pagavam apenas o ICMS, com alíquotas de 17% a 19%, enquanto eram isentos do Imposto de Importação.
Esses ecommerces oferecem os mais variados produtos, que muitas vezes são importados, como por exemplo roupas, acessórios, produtos eletrônicos, jogos e brinquedos, itens de perfumaria, e uma infinidade de outras opções.
Porém, algumas plataformas como a Shopee e Shein também tem distribuidores dentro do Brasil que vendem seus produtos através do ecommerce mencionado.
Outras plataformas de ecommerce bem famosas e com vendedores de dentro do país são Enjoei, Mercado Livre e diversas outras plataformas.
Antes de realizar uma compra, no entanto, é necessário verificar se o vendedor é qualificado e recomendado para evitar problemas ou possíveis golpes em suas compras, apesar do ecommerce garantir uma certa segurança para aqueles que sofrerem danos desse tipo dentro de compras na própria plataforma.
Sendo assim, os compradores podem fazer avaliações de suas compras, para informar utilidades como a aparência do produto, qualidade e o serviço de atendimento.
A partir da meia-noite de 1º de agosto, o novo imposto da Shein será implementado. A empresa, no entanto, observa que as compras realizadas até dois ou três dias antes podem ser sujeitas a tributação.
É importante ter em mente que as compras com vendedores brasileiros localizados em plataformas de e-commerce internacionais não serão sujeitas a impostos.
Sendo assim, a partir do dia 1º de agosto, as compras internacionais, independentemente de seu valor abaixo de US$ 50, deixarão de ser isentas pelas regras da Receita Federal.
Ao final, o consumidor pagará o ICMS estadual, que já foi cobrado anteriormente, bem como o imposto federal de 20% sobre o valor da compra.
A Receita também fez uma simulação do processo de taxação durante a apresentação. Por exemplo, um aumento de 20% no valor de uma compra de US$ 50 será de US$ 10.
Ou seja, isso significa então que uma compra que atualmente é feita por US$ 50, sairá por US$ 60.
A entidade utilizou uma importação de US$ 200 para compras de US$ 50,01 a US$ 3.000. Deve-se somar 60%, ou US$ 120 em um cálculo direto. No entanto, os US$ 20 da dedução do valor devem ser subtraídos, tornando o valor total US$ 100. Isso significa que uma mercadoria que custa US$ 200 será vendida por US$ 300.
LEIA TAMBÉM